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AIDS 2010 : Imagens
Enviado por Marco em 26/07/2010 15:50:00 (82 leituras)


Credenciamento
Algo que chamou bastante a atenção e que de certa forma já era esperado, foi a rapidez para realizarmos o credenciamento.
Eram esperadas mais de 20.000 pessoas e no entanto não se via longas filas.
Material
O material entregue era de muito boa qualidade. A bolsa, ao contrário do que estamos acostumados aqui no Brasil, possui apenas o logo do evento e um único de apoiador (por sinal um laboratório farmacêutico.
Material
O caderno de programação mais parecia uma lista telefônica. A pergunta inicial era porque não disponibilizaram o material em forma de CD. A resposta era óbvia, nem todos os participantes possuam acesso a computadores. De qualquer forma, dentro da bolsa havia um vale CD que poderia ser trocado pela programação completa nesta mídia.
Achar na imensa programação assuntos que mais no interessam pode ser uma tarefa difícil e requer algum tempo.
Para isso, o evento disponibilzou para as PVHAs um caderno que continha somente as áreas de maior interesse. Isso facilitou na busca pelas palestras, oficinas e workshops que mais nos interessavam.

Mesa de Abertura
Yves Souteyrand, PhD, Coordinator of
the Strategic Information Unit in the
World Health Organization’s HIV/AIDS
Department in Geneva, Switzerland

Plenária de Abertura

Mesa de Abertura
Alois Stöger, Austrian Federal Minister of
Health

Mesa de Abertura
Sharon Lewin, FRACP, PhD, Director of
the Infectious Diseases Unit at The
Alfred Hospital; Professor of Medicine at
Monash University in Melbourne; and
Co-Director of the Centre for Virology,
Burnet Institute, Melbourne, Australia
Estande do Departamento Nacional
Durante a entrevista concedida ao site da RNP+, a Dra. Mariangela ressaltou a beleza do estande brasileiro.
Além de um visual bonito o estande era muito frequentado. A curiosidade de estrangeiros em conhecer o trabalho brasileiro frente a epidemia era uma constante durante todo o evento.
Estande do Departamento Nacional
Estande do Departamento Nacional
Estande do Departamento Nacional
Estande do Departamento Nacional
Estande do Departamento Nacional
Estande do Departamento Nacional
A RNP+ Campinas foi um dos parceiros que apoiaram nossa participação no evento.
Foram distribuídas camisetas elaboradas pelo Programa Municipal da cidade e folders com informações do núcleo em português e inglês.
O Núcleo da RNP+ Sampa também enviou material para ser distribuído durante a conferência.
Membros da delegação de São Paulo
Lounge Posithiva
Este espaço estava reservado para as pessoas soropositivas.
Segundo comentários dos ativistas brasileiros presentes na última conferência (México/2008) desta vez este espaço estava muito vazio.
Lounge Posithiva
Uma das razões pode ser atribuida ao alto custo de viagem/hospedagem/alimentação, o que inviabilizou a ida de ativistas da América Latina.
Lounge Posithiva
Outra razão pode ser o fato de que as PVHAs da Europa central e do Leste preferem não serem expostas.
Isto porque a mair incidência de casos de HIV nesta região do planeta é por conta do uso de drogas injetáveis e seu uso por aqui é crime.
Isso foi um dos destaques desta conferência. Entende-se que a criminalização do uso de drogas inibe as pessoas de procurarem os serviços com receio de serem presas
Lounge Posithiva
Felizmente, além de ser um local de descanso, oferecia a oportunidade de trocar experiências com PVHAs de outras partes do mundo.
Visão geral
Durante os intervalos da programação, os corredores ficavam tomados de uma multidão.
Visão geral
Visão geral
Visão geral
Visão geral
Visão da área de estandes
Visão geral da área de estandes
Área para Sociedade Civil
A exemplo do que ocorreu nas ourtas versões da conferência, sempre fica reservado um espaço (gratuíto) para ONGs exporem seus trabalhos.
Ao local é dado o nome de Global Vilage.
Área para Sociedade Civil
Ao lado nossa colega Marta McBritto do Barong, que estava ocupando um espeço na Global Village.
Reunião entre Sociedade Civil e Departamento
Com a notícia de que a diretoria do departamento sofreria mudanças, a sociedade civil solicitou uma reunião com a diretoria do departamento.
Quer saber mais sobre essa reunião? Clique aqui

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AIDS 2010 : Termina a 18ª Conferência International sobre Aids em Viena
Enviado por zecarlos em 23/07/2010 17:23:22 (28 leituras)

VIENA. A 18ª Conferência Internacional sobre Aids foi concluída nesta sexta-feira, em Viena, com uma mensagem de Barack Obama afirmando que a ajuda concedida pelos Estados Unidos à luta contra a Aids prosseguirá.
A mensagem gravada do presidente americano foi divulgada na cerimônia de encerramento da conferência.

Obama relembrou que os créditos do Fundo de Ajuda Presidencial (Pepfar) haviam aumentado e que o orçamento 2011 "havia sido o mais importante até o momento".

"Trabalharemos para evitar mais de 12 milhões de novas infecções. Vamos oferecer ajuda direta a mais de quatro milhões de pessoas em tratamento e auxilir mais de 12 milhões de pessoas, entre elas cinco milhões de crianças e órfãos, a receber os cuidados de que tanto precisam", disse o presidente, que também pretende contribuir para uma redução considerável do número de bebês contaminados pelo vírus.

Os participantes da conferência, que reuniu durante seis dias em Viena cerca de 20 mil pessoas, ouviram também mensagem da secretária de Estado americana Hillay Clinton, afirmando que "a saúde era um direito do Homem".

Em outra mensagem, o bispo sul-africano Desmond Tutu destacou que "o tratamento deve ser não somente disponível, mas acessível".

O prêmio Nobel da Paz de 1984 pediu ao presidente Obama que não reduzisse o financiamento da luta contra a Aids, em um artigo publicado nesta semana pelo New York Times.

Durante seis dias, os pesquisadores, especialistas, dirigentes de organizações de 197 países discutiram a discriminação aos soropositivos, o tratamento para todos, novas ferramentas de prevenção como os microbicidas, e problemas financeiros que encontram aqueles que lutam contra a Aids.

"O desafio não é encontrar dinheiro, mas mudar as prioridades", disse o presidente da Sociedade Internacional da Aids (IAS), organizadora da conferência, o canadense Julio Montaner.

"Quando se tem uma crise em Wall Street, bilhões e bilhões de dólares são rapidamente mobilizados. (...) A saúde das pessoas merece uma resposta financeira equivalente e uma prioridade muito mais elevada", disse.

Montaner pediu à esposa do presidente francês, Carla Bruni-Sarkozy, que "defende fortemente" o acesso universal aos tratamentos, para "garantir que seu marido se torne também um defensor determinado desta posição sobre a Aids, quando a França acolher a cúpula do G8, ano que vem".

Fonte: Terra

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AIDS 2010 : Aids: professor é o novo presidente da IAS
Enviado por zecarlos em 23/07/2010 17:18:36 (24 leituras)

VIENA — A Sociedade Internacional de Aids (IAS, sigla em inglês) escolheu como seu novo presidente até 2012 o professor de medicina ugandense Elly Katabira, que assumirá seu novo cargo nesta sexta-feira, ao término da Conferência Internacional sobre a Aids, em Viena.

A IAS, a maior associação independente de profissionais da Aids, conta com 14.000 membros em 190 países.

Trata-se do primeiro africano designado para esse cargo.

Katabira é professor de medicina na Universidade Makerere de Campala e atua principalmente no campo de cuidados e apoio a soropositivos.

A África é o continente mais afetado pela epidemia, já que concentra 70% do casos.

A Prêmio Nobel de Medicina francesa, Françoise Barré-Sinoussi substituirá Katabira em 2012, depois da próxima conferência prevista em Washington.

Fonte: AFP

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AIDS 2010 : Exclusivo: ativista faz reflexão sobre ativismo em Viena
Enviado por Paulo em 22/07/2010 16:10:00 (40 leituras)

Uma reflexão sobre o ativismo durante a XVIII Conferência Internacional de Aids

José Roberto Pereira (*)
Em Viena


Participar de um debate cujo tema foi “O atismo está morto” me suscitou muitas questões sobre a atual conjuntura dos movimentos sociais, do ativismo e dos atores inseridos neste contexto.

Inúmeros pontos foram abordados, muitos dos quais servem para levantar reflexões e formas para descobrir novos caminhos para um ativismo exitoso que, apesar da exigência de ser baseado em senso crítico e rigor metodológico, não deve perder sua marca solidária, seu compromisso irredutível com a vida e vida com qualidade.

Com o apoio na tradução de Kátia Edmundo, do CEDAPS/RJ, neste breve relato procurei, sem pretensões desassistidas, fazer uma cuidadosa adaptação dos temas debatidos, sendo, contudo fiel às ideias, de forma a trazer luz sobre esse tema tão importante para sustentabilidade da resposta mundial à epidemia e o compromisso inelutável com os valores genuínos do ativismo.

Vamos aos pontos:

O ativismo está morto?
. O ativismo não está morto porque cada vez mais se amplia a articulação em rede de forma a fortalecer os pontos focais em suas localidades, bem como potencializa a intervenção dessas redes.

. Observa-se que a PVHA (pessoa que vive com HIV/AIDS) está mostrando o seu rosto; com isso ela não somente ajuda a reduzir os estigmas como também persegue e defende seus direitos com mais afinco. Mesmo em países desenvolvidos como a Inglaterra, por exemplo, é fundamental a ação de ativistas para que as políticas incluam as PVHA;

. É importante estarmos atentos para a necessidade de avaliar e adequar as estratégias e os temas a serem abordados, uma vez que a Aids sempre apresenta novos e diferentes desafios. Um bom exemplo é que há dez anos lutávamos por medicamentos, hoje lutamos por acesso.

. O que parece desafiador nos dias de hoje é que se fala muito sobre ativismo mas se debate pouco o tema entre os ativistas. Nossas agendas estão tão comprometidas que pouco tempo temos para auto-avaliar o ativismo.

. Talvez um dos caminhos para que o ativismo e os ativistas sigam em frente seja a inclusão de pautas da sociedade civil nas agendas das instituições, como Agências, ONGs, Universidades, Governos etc., para que incorporem as ações da sociedade civil nas suas agendas e possam contribuir para a capacitação desses ativistas.

. Sabe-se que existem dois tipos de ativistas e ativismo: os de âmbito nacional e os de âmbito internacional. Os primeiros, atuam na base, contribuindo com a dispensação de medicamentos, com a qualidade do atendimento nos hospitais, com o monitoramento dos orçamentos da saúde e com as estratégias de prevenção local. Os de âmbito internacional interferem em grandes estruturas governamentais e comerciais. Ambos são fundamentais. Contudo, foi observado que as redes que atuam em esferas mais amplas devem levar em consideração as ações locais, uma vez que são nas bases que o possível êxito e fracasso das estratégias ocorrem de fato.

. Uma outra importante questão é quanto os ativistas podem auxiliar os governos – e já vem auxiliando desde sempre – pressionando grandes doadores para que não reduzam os recursos destinados às metas internacionais ou nas frentes de lutas comerciais. A comunidade internacional é sensível à luta contra Aids e com a pressão dos ativistas é capaz de interferir tanto nas decisões das grandes Agências e laboratórios como no volume de recursos que venham a ser disponibilizados pelos países ricos.

Recursos para o ativismo e capacitação
. É preciso levar em conta também que tanto os ativistas como o ativismo necessitam de recursos para desenvolver seu advocacy e suas interlocuções; assim, não se deve ter receio de solicitar apoio para este tipo de ação tão importante para respostas nacionais e internacionais. Contudo, os recursos devem ser devidamente aplicados e monitorados com metas e clareza de papéis. Por isso devemos nos fazer sempre a seguinte pergunta: Do que necessitamos: Dinheiro? Informação? Fortalecimento?

. Temos o desafio da educação formal também. Grande parte dos ativistas não tem formação enciclopédica e escolar suficientes para enfrentar grandes debates, mas todos sabem que são atores preciosos em suas localidades. Muitos não têm educação formal não porque abandonaram, mas porque as condições sociais não são (não foram) adequadas. Este é um desafio enfrentado por alguns países como os da África, da Ásia e certamente da América Latina e do leste europeu.

Estigma
. As transexuais ainda sofrem muito preconceito das equipes de saúde. Em alguns lugares do país, os médicos, em sua maioria, nem as tocam nas consultas. Por isso, é preciso incidir muito para incluir essa população, inclusive – ressalta-se – até mesmo para sensibilizar as Agências Internacionais e governos para incluir esse grupo em locais como esse (Conferências Internacionais). A visibilidade reduz estigma e deve começar em casa (espaços de discussão política) porque as trans sofrem muitos outros estigmas além do HIV.

. É sabido que o ativismo em HIV/AIDS é diferente das outras formas de ativismo porque ele é cultural e isso exige um grande esforço porque, além de denunciar violação de direitos, de exigir ciência e tecnologia, lutar por recursos etc., ainda precisa quebrar paradigmas, derrubar tabus, mudar sistemas culturais e morais enraizados nas mais diversas sociedades, romper costumes seculares, normas estabelecidas, ideologias, velhas moralidades, por isso que é tão complexo.

Participação em fóruns internacionais impulsionam o ativismo?
. Sem dúvida que sim! É um momento único para articular politicamente, encontrar doadores, firmar parcerias, articulação entre pares locais e de outras localidades do mundo. Por isso a participação de ativistas nas conferências deve ser garantida e ampliada. Embora, vale ressaltar, que enfrentamos um desafio enorme quando voltamos à nossa localidade, porque não é simples dar uma devolutiva adequada. Quando se volta para a comunidade local voltamos a encarar de frente nossos velhos desafios. Aqueles companheiros que não estiveram aqui, muito pouco absorvem daquilo que experimentamos e não raro nos observam com olhares suspeitos, afinal “estávamos na Europa!”. Mas não há dúvida que é possível sim, empoderar a comunidade local com informações sobre novas estratégias aprendidas, além da possibilidade de levar novas fontes de recursos.

. Todos levam em conta a voz dos ativistas porque, de alguma forma, eles dão o tom das agendas. Nossa ação direta com públicos específicos certamente faz com que se avalie com mais cautela o que é melhor para a luta. Esse é um exemplo concreto de que os ativistas internacionais são as “comportas acumuladas da experiência dos ativistas de base”. “Consulta à base e desemboca na mesa de decisões”.

. Deve-se ter o cuidado para que o ativismo não se transforme na forma hermética da Conferência, que vem carregada de formalidades e protocolos diplomáticos (lucro, vendas, laboratórios, visibilidade de governos, celebridades, lançamentos etc.), porque sabemos que o ativismo pode morrer de fato se deixarmos de lado a SOLIDARIEDADE, nosso propósito mais caro, porque ser ativista é questão de sentimento e escolha e não uma imposição.

Protagonismo
. É certo que após o diagnóstico positivo o desejo de se tornar ativista acaba aflorando, como observou Bill Clinton na sua fala no evento. Isso se dá porque além da compreensão sobre o tema, há um aumento da disponibilidade pelo assunto, e um aumento do sentimento de luta. Por isso, as PVHA tem papel fundamental no ativismo. Quando se descobre ser positivo, uma nova sensação se abre, o desejo de ajudar, mobilizar, um novo projeto de vida. Com o diagnóstico, surge um novo sentimento, o de que viver é bom. Embora isso tenha um alto preço a ser pago, porque nem todas as pessoas voltarão a vê-lo como um dia te viram. Somente quem se revela sabe o alto preço que se paga.

Ativismo Jovem
. Suscita-se que o ativismo jovem esteja morto. Cremos que não, porque essa responsabilidade tambem é nossa, e devemos assumi-la. Temos o papel de ajudá-los, uma vez que os jovens ativistas somente estarão preparados para seguir na frente quando nós, que estamos há muitos anos, pudermos orientá-los para assumir as novas frentes. A maioria de nós era jovem quando começou. Temos que orientar os novos ativistas para que se apropriem das leis para que o advocacy, nossos e deles, repercutam nas grandes mesas de decisão.

. Por fim, é preciso constituir formas inteligentes de ativismo, garantir treinamento permanente e diversificar sempre as formas de fazer interlocuções, tanto àquelas que atendam e garantam as demandas locais, como as que provocam mudanças estruturais.

(*) Produção e Adaptação: José Roberto Pereira (Fórum das ONG/AIDS do Estado de São Paulo – PBMQ – CNAIDS/SE)

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AIDS 2010 : Sociedade civil se reúne com diretoria do Departamento de Aids em Viena
Enviado por Paulo em 22/07/2010 13:40:00 (86 leituras)

Atual diretora do Departamento de DST/AIDS, Mariangela Simão, apresenta seu sucessor, o pesquisador Dirceu Greco, à sociedade civil brasileira que participa da Conferência de Aids em Viena, na Áustria

Marco Aurélio,
de Viena


Lideranças da sociedade civil organizada, representantes da RNP+ Brasil, do Conselho Nacional de Saúde, dos Fóruns de ONG/Aids de São Paulo e do Rio de Janeiro, MNCP+, RNAJVHA+ e do movimento LGBT presentes na XVIII Conferência Internacional de Aids, em Viena, se reuniram com a Diretora do Departamento de DST/AIDS e Hepatites Virais, Mariângela Simão.

A pauta tratava do assunto veiculado na impressa brasileira sobre a mudança da diretoria do Departamento, bem como reforçar a parceria estabelecida durante a gestão da atual Diretora junto ao seu substituto, Dirceu Greco.

Mariângela esclareceu que o processo de transição já vinha ocorrendo desde o ano passado e que o nome de Dirceu Greco foi indicado pela própria diretoria do Departamento. A posse do novo diretor estava prevista para ocorrer no mês de Março, mas somente agora foi possível.

Mariangela irá assumir um departamento da UNAIDS em Genebra. Trata-se de um contrato de dois anos, podendo ser renovado. Ela disse que para a atual posição, a sociedade civil brasileira terá muito com o que contribuir para seu trabalho e ela espera poder contar com essa colaboração.

Dirceu Greco se apresentou aos presentes e disse que está disposto a manter o mesmo nível de diálogo com a sociedade civil.

Mariangela ainda foi questionada sobre a atual situação dos estoques de medicamentos e informou que todo o estoque está em sua capacidade máxima, lembrou que o Ministério possui abacavir por um longo período. "Existe medicamento até julho do ano que vem, por conta da mudança do cenário politico e que a próxima compra já está com o processo aberto e em andamento", afirmou.

Ressaltou também a importância do estreitamento dos laços junto ao CONASS e CONASEMS, principalmente no que se refere ao plano de enfrentamento da epidemia junto à população HSH.

Lembrou que a crise de medicamento ocorrida recentemente não foi a primeira.”Em 2005 tivemos uma crise tão grave quanto esta”, disse ela.

Reconheceu a complexidade da área de lojística. Explicou, mais uma vez, como é feita a programação e aquisição dos medicamentos junto aos laboratórios privados. Disse que nunca há corte de custos nesse tipo de compra pois trata-se de medicamentos licenciados e com fornecedor único.

Informou que o efavirenz ainda será comprado, em parte, da indústria indiana, pois a Lafepe ainda não recebeu o registro de aprovação da ANVISA. Portanto, a outra parte será comprada de FarManguinhos.

Quanto aos laboratórios nacionais, ressaltou a importância da sociedade civil se fazer presente no conselho gestor da FarManguinhos.

Outras informações sobre a situação dos medicamentos foram transmitidas na última reunião da CNAIDS.

Quanto a esta comissão, mais uma vez foi lembrada a importância desta, uma vez que é composta por todos os segmentos da sociedade e que as questões mais relevantes devem ser sempre levadas para este espaço.

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